O Que "Meu Nome é Agneta" e Morar Fora Me Ensinaram Sobre Nunca Ser Tarde Demais para Se Reencontrar
Recentemente assisti ao filme Meu Nome é Agneta (disponível na Netflix, baseado no livro de Emma Hamberg). A história acompanha uma mulher que, aos 49 anos, se sente estagnada, invisível e presa a uma rotina automática. Em uma decisão impulsiva, ela decide deixar a Suécia para trás e aceitar um trabalho na França. O que ela encontra lá não é exatamente o que esperava, mas é justamente o imprevisível que a força a desperta de volta para a vida, pro riso e pra liberdade. Assistir a essa jornada me fez refletir profundamente sobre a minha própria caminhada pelo mundo. Mudar de país ou sair da zona de conforto não é sobre fugir de quem somos, mas sobre descobrir quem podemos ser quando nos permitimos tentar algo novo. 1. O Misto de Medo e Liberdade Assim como a personagem do filme sente aquele frio na barriga ao cruzar uma fronteira para o desconhecido, quem já morou fora conhece bem essa sensação. A primeira vez que saí do Brasil foi para fazer meu intercâmbio em Portugal — meu berço ance...















eu estava planejando conhecer o castelo de malahide mas tinham me dito que estava fechado a tempos! mas voce acha que valeu a pena ter ido lá? o parque eh bonito??
ResponderExcluire quanto custa a passagem de trem (dart eh o trem?)
realmente essa semana tah lindo a Irlanda, sol sem nuvens/chuva
vl
Olá Andreia, a cidade de Malahide é uma graça e merece uma visita sim, o castelo e o parque ao redor são fascinantes, conforme pode verificar nas fotos. A passagem de Dart ida e volta é 4,70 e o bus custa 2,65 cada trecho.
ExcluirAtt,
valeu pela resposta Luciana ;)
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