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Psicologia Sem Fronteiras: Acolhimento para Brasileiros que Vivem o Mundo

Olá! Sou Luciana Oliveira de Sousa, Psicóloga e Gestora de RH. Minha jornada no exterior começou na Irlanda (2010-2012) e passou por Portugal (2017) — experiências que não só moldaram quem eu sou, mas que deram origem ao blog que hoje celebra 1 milhão de visualizações. Hoje, uso essa vivência para acolher brasileiros que planejam ou já vivem o desafio de morar fora, além de apoiar quem busca uma transição de carreira segura. Eu entendo as dores e as belezas de recomeçar em outra terra. Como agendar: 📱 WhatsApp: +55 21 99964-8039 📸 Siga minha jornada no Instagram: @jornadalucianasousa 📸 Siga minha jornada no Youtube: @jornadalucianasousa 📸 Siga minha jornada no Tik Tok: @psi.lucianasousa Será um prazer atendê-lo(a)!🌻

Monasterevin: Um mergulho na história

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Monasterevin: A Veneza da Irlanda Monasterevin ( Mainistir Eimhín , em irlandês) é uma joia do Condado de Kildare que parece flutuar sobre as águas. Banhada pelo encontro do Rio Barrow com o Grand Canal , a cidade ganhou o apelido carinhoso de "Veneza da Irlanda" devido ao seu número extraordinário de pontes e canais. Situada a apenas 63 km de Dublin, é uma cidadezinha charmosa que preserva a elegância de sua arquitetura georgiana. Em 2006, sua população era de pouco mais de 3.000 habitantes, o que mantinha aquele clima acolhedor de interior que tanto me encantou durante o período em que vivi na vizinha Portarlington. Um Mergulho na História A alma de Monasterevin está ligada ao seu passado monástico. O nome da cidade deriva do Mosteiro de St. Eimhin (Evin), erguido no século VI. Séculos depois, no local onde existiram construções religiosas medievais, surgiu a imponente Moore Abbey (1607). Curiosidades que valem o registro: Moore Abbey: Esta mansão histórica, moderniza...

Monasterevin: Descubra a "Veneza da Irlanda" no coração de Kildare

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Hoje foi o meu day off. Geralmente, eu usaria a folga para dormir até mais tarde, mas decidi vencer a preguiça: acordei às 8h30 e saí para caminhar. Respirar o ar puro de Kildare, contemplar a natureza e dedicar um tempo para meditar me fez um bem enorme. Voltei para casa ainda mais animada depois que a balança me informou, gentilmente, que eu havia perdido dois quilos. Ao longo daquela semana, uma saudade forte e apertada do Brasil bateu no meu peito. Agora, enquanto escrevo, me sinto mais calma — a saudade continua aqui, mas sob controle. Às vezes, no silêncio da rotina, me pego pensando que a minha vida está parada só porque estou geograficamente distante, mas sei que isso é uma grande ilusão. Tudo tem se movimentado em uma velocidade impressionante. São muitas informações novas, despedidas constantes, chegadas marcantes, alegrias, tristezas, decepções e aprendizados. Sei que será impossível voltar para o Brasil a mesma pessoa de antes, e muito menos retornar para o mesmo lugar. Tud...