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Psicologia Sem Fronteiras: Acolhimento para Brasileiros que Vivem o Mundo

Olá! Sou Luciana Oliveira de Sousa, Psicóloga e Gestora de RH. Minha jornada no exterior começou na Irlanda (2010-2012) e passou por Portugal (2017) — experiências que não só moldaram quem eu sou, mas que deram origem ao blog que hoje celebra 1 milhão de visualizações. Hoje, uso essa vivência para acolher brasileiros que planejam ou já vivem o desafio de morar fora, além de apoiar quem busca uma transição de carreira segura. Eu entendo as dores e as belezas de recomeçar em outra terra. Como agendar: Atendo através da plataforma Telavita (Link abaixo). https://app.telavita.com.br/psicologia-online/luciana-oliveira-de-sousa 📱 WhatsApp: +55 21 99964-8039  📸 Siga minha jornada : @jornadalucianasousa Será um prazer atendê-lo(a)!🌻 

Vale a Pena Ir a Salão de Beleza na Irlanda

Quando o assunto é estética e cuidados pessoais em Dublin, o cenário muda completamente em relação ao preço das roupas. De forma geral, as irlandesas são menos vaidosas que as brasileiras, o que torna a procura por esses serviços menor e, consequentemente, os preços bem mais "salgados". Para vocês terem uma noção de valores daquela época (2010), essa era a média do mercado: Corte de cabelo: Entre € 15,00 e € 45,00 Manicure: € 15,00 Pedicure: € 25,00 Ao botar na ponta do lápis, resolvi logo cedo que só voltaria a cortar o meu cabelo quando estivesse de volta ao Brasil! A depilação em salões na Irlanda era caríssima. Como mulher precavida, viajei com o estoque garantido: levei na mala dois pacotes de folhas de cera fria e cremes depilatórios ( Veet ). Mas olha, vivendo e aprendendo: eu levei do Brasil, mas descobri que não vale a pena encher a mala com isso! Esses produtos de prateleira são super baratos por lá. O que pesa no bolso é pagar pelo serviço profissional. Inclusiv...

Mala Enxuta e o Desafio das Vitrines: Vale a Pena Comprar Roupa na Irlanda?

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Diz o ditado mais famoso entre os viajantes: quem converte não se diverte. E quando o assunto é o vestuário em Dublin, essa regra se torna um mantra de libertação. Para quem está no Brasil organizando as malas, a tentação de lotar a bagagem com roupas de frio é enorme. No entanto, o meu conselho prático é claro: traga apenas o essencial e aquilo a que você tiver muito apego. Não vale a pena encher as malas e correr o risco de pagar multas por excesso de bagagem, porque você vai comprar muita coisa por lá, mesmo sem querer. Na minha época, as roupas na Irlanda eram infinitamente mais baratas que no Brasil, especialmente nas liquidações de final de estação. Era de deixar qualquer um de queixo caído: camisas de marca que custavam originalmente 50 euros eram vendidas por meros 5 euros apenas para limpar as prateleiras para a coleção seguinte. As blusas de frio pesadas, artigos indispensáveis para aguentar as condições climáticas da ilha, saíam por cerca de 15 euros, e com excelente qualida...

Das madrugadas no silêncio ao livro físico: a jornada por trás do manuscrito

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Escrever é um organismo vivo. Quem me acompanha por aqui sabe que venho compartilhando os bastidores das minhas transformações e, como sempre digo, o livro sou eu. Desde o lançamento da versão digital em fevereiro, novos fatos foram chegando à minha vida — percepções que não podiam ficar de fora e que me exigiram revisões, alterações e novos mergulhos no manuscrito. Uma obra que reflete a nossa própria alma não pode ficar estagnada. Parte desse livro foi gerada no recolhimento do Cafezal em Flor (Monte Alegre do Sul -SP), no alto da montanha. Ali, isolada no silêncio, vivi o parto de muitas palavras. Muitas vezes, a madrugada adentrava e a única luz acesa naquela imensidão éramos eu e a tela do computador, reordenando a minha própria história no papel. E para quem respira os relatos deste blog, há um elo fundamental: o Vida Sobre Vidas também fala profundamente sobre o portal avassalador que foi a Irlanda na minha vida. Foi sob aquele céu magnético, entre os ventos ancestrais ...

Do Cinema à Realidade: Meu Domingo Inesquecível em Wicklow

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Quando eu ainda estava no Brasil planejando o intercâmbio, me apaixonei pelo filme "P.S. Eu Te Amo". Ele marcou a Irlanda no imaginário de muita gente, e ver aquelas paisagens me dava uma ansiedade boa. Eu sonhava em conhecer aquelas locações pessoalmente. E não é que sonho chama sonho? Aproveitei meu dia de folga no domingo e fui desbastar o Condado de Wicklow, ao sul de Dublin, com a minha amiga Gaby. O passeio foi simplesmente maravilhoso! Quase que a chuva atrapalhou nossos planos, tanto que a Gaby teve que correr para comprar um guarda-chuva de emergência por 8 euros, mas nada tirou o nosso entusiasmo. O lugar é belíssimo, adornado por montanhas que parecem saídas direto das telas de cinema. Wicklow é uma colcha de retalhos de cenários: passamos por lagos de montanha, vales glaciais, florestas e ruínas cheias de história. Uma das coisas mais curiosas que vimos por lá foi um cemitério de animais com mais de cem anos! Também exploramos um antigo vilarejo com um cemitério c...

Balada em Dublin: A Noite Icônica na The Church (Memórias de 2010)

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Quando o assunto é a vida noturna de Dublin, preciso fazer um parêntese: olhando com o distanciamento de 2026, confesso que já não estou nem um pouco antenada sobre quais são as baladas que estão bombando por lá atualmente. Mas se você quer saber como funcionava a noite na Irlanda na minha época, em 2010, existia um lugar que era parada obrigatória e que marcou o meu intercâmbio: a The Church. Estive lá logo nas minhas primeiras semanas e adorei a experiência! O prédio costumava ser uma igreja de verdade, chamada St. Mary’s Church of Ireland, que foi desativada em 1964. Assim como na maioria dos países da Europa, onde existem muitos prédios históricos tombados, a estrutura imponente permanecia idêntica por fora, mas a função passava a ser outra. Localizada bem no coração da zona comercial de Dublin, ela é enorme e dividida em cinco configurações diferentes espalhadas por quatro níveis. É um lugar superanimado, extremamente bonito, organizado e bem decorado. O Dress Code e o Truque do C...

Aventuras Compartilhadas: A Garra de uma Amiga no Interior da Irlanda

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Celebrar a vida é somar amigos, experiências e conquistas, dando a cada uma delas um significado profundo. Por isso, ao resgatar as memórias daquele período, é impossível não abrir um espaço muito especial para homenagear uma amiga querida que o destino — ou uma feliz coincidência — colocou no meu caminho ainda no Brasil: a Gabriella. Descobrimos, antes de viajar, que morávamos incrivelmente perto no Rio de Janeiro. Com apenas 20 anos, ela resolveu embarcar na mesma aventura rumo à Irlanda. Naquela época, completávamos dois meses de Europa. O tempo parecia voar, trazendo um aprendizado constante, milhões de descobertas e novas experiências a cada esquina. O Começo de Tudo: Dos Cliques Virtuais à Realidade Nossa conexão começou nos bastidores do planejamento, quando as redes sociais da época — como os fóruns de intercâmbio e as primeiras mensagens virtuais — serviam de ponto de encontro para os futuros viajantes. Foi ali que nos conhecemos e começamos a ampliar nossa rede de apoio. A Ga...

O Propósito e a Força do Tempo

Quando você planeja o seu intercâmbio, você sai do seu país de origem com um propósito claro, uma bússola interna apontando para um objetivo. Não permita que as turbulências do caminho apaguem essa direção. Como bem dizia James MacArthur, desistir é adotar uma solução permanente para um problema que é meramente passageiro. Fico pensando em quantas pessoas abandonaram seus projetos mais bonitos quando faltavam apenas semanas ou meses para colherem a realização tão esperada.  O grande segredo para manifestar um sonho é caminhar com o entusiasmo e a presença do agora, mas mantendo a paciência necessária para dar tempo ao tempo. Para que essa engrenagem funcione, precisamos ativar três movimentos internos essenciais: o acreditar, a conexão com a nossa luz interna e a entrega ao fluxo. Primeiro, acreditar: ter a convicção plena no valor real daquilo que você está construindo. Segundo, sintonizar-se com o Universo: nutrir a certeza de que há uma ordem maior, uma energia inteligente que s...

Expulsas de um SPA em Tullamore: O Choque dos Nossos Biquínis

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Se há algo que o intercâmbio nos ensina, muitas vezes da maneira mais dura, é que os choques culturais não mandam aviso. Nas minhas primeiras semanas em solo irlandês, vivi uma daquelas situações absurdas que, na época, deixaram marcas profundas de indignação, mas que hoje, com o distanciamento e a maturidade de 2026, transformaram-se em uma história inacreditável de bastidor. Eu tinha acabado de chegar e decidi ir até a cidade de Tullamore para visitar duas grandes amigas do Brasil que também trabalhavam como Au Pair no interior da ilha: a Tainá e a Gaby. Os patrões de uma delas, em um gesto de imensa gentileza, conseguiram três vouchers para o SPA Bridge, um espaço que funcionava dentro de um hotel de extremo luxo na cidade. Para três jovens recém-chegadas, aquilo caiu como uma luva. Estávamos superempolgadas com a perspectiva de um dia de princesa e fomos prontas para desfrutar. O encanto, porém, começou a desmoronar logo na recepção. Fomos pessimamente atendidas. Uma funcionária fo...

O Passaporte para o Sonho: Desvendando o Visto de Estudante

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Para quem planeja cruzar o oceano rumo à Ilha Esmeralda, a burocracia do visto costuma ser a fonte de muitas noites em claro. Na minha época, em 2010, o frio na barriga dos brasileiros que embarcavam comigo não era diferente. A verdade é que o processo para quem sai do Brasil guarda uma grande vantagem prática: não é preciso solicitar um visto antecipado ainda em solo brasileiro. Toda a mágica — e a tensão — acontece na hora do desembarque. Ao chegar ao aeroporto na Irlanda, o estudante deve se apresentar diretamente ao agente do Serviço de Imigração. Essa é, sem dúvida, a parte mais temida pelos futuros intercambistas. O oficial fará algumas perguntas de rotina para avaliar se o objetivo da viagem é genuinamente o estudo. Mas olho no olho e sem pânico: se a documentação estiver correta, não há motivos para preocupação. Vale lembrar que os critérios de exigência são rigorosos e os mesmos para qualquer estrangeiro, exigindo atenção absoluta a cada papel. Como tenho passaporte português,...