O fim da confusão: Como a maturidade me ensinou a canalizar a minha paixão
Olá, leitores! Por muito tempo, outra frase definia quem eu era na descrição deste blog: “Não quero sentir vazio, pouco, suficiente. Quero muito mais sempre, meus olhos enxergam fundo e além, quando me olho no espelho não sei bem onde estou. Esvazio quando me canso, mas agradeço por ser, sentir, olhar e perceber. Às vezes sou confusão... Mas no fundo sou Paixão!!” Olhar para trás e reler essas palavras me traz um misto de carinho e distanciamento. Naquela época, eu acreditava que para viver intensamente e enxergar "fundo e além", eu precisava abraçar o caos. Eu achava que a intensidade e a confusão andavam de mãos dadas, e que não saber bem onde eu estava no espelho fazia parte do processo. Mas hoje, com a bagagem de 18 países desbravados, o divã e a maturidade da mulher e psicóloga que me tornei, eu posso dizer com absoluta clareza: eu definitivamente não sou mais confusão. A paixão que constrói, não a que destrói Eu não precisei silenciar a minha intensidade para encontrar ...