O Que "Meu Nome é Agneta" e Morar Fora Me Ensinaram Sobre Nunca Ser Tarde Demais para Se Reencontrar

Recentemente assisti ao filme Meu Nome é Agneta (disponível na Netflix, baseado no livro de Emma Hamberg). A história acompanha uma mulher que, aos 49 anos, se sente estagnada, invisível e presa a uma rotina automática. Em uma decisão impulsiva, ela decide deixar a Suécia para trás e aceitar um trabalho na França. O que ela encontra lá não é exatamente o que esperava, mas é justamente o imprevisível que a força a desperta de volta para a vida, pro riso e pra liberdade. Assistir a essa jornada me fez refletir profundamente sobre a minha própria caminhada pelo mundo. Mudar de país ou sair da zona de conforto não é sobre fugir de quem somos, mas sobre descobrir quem podemos ser quando nos permitimos tentar algo novo. 1. O Misto de Medo e Liberdade Assim como a personagem do filme sente aquele frio na barriga ao cruzar uma fronteira para o desconhecido, quem já morou fora conhece bem essa sensação. A primeira vez que saí do Brasil foi para fazer meu intercâmbio em Portugal — meu berço ance...

Reveillon 2012 em Dublin!!

Eu achava que no ano novo não tinha sinal de queima de fogos em Dublin, tinha ouvido comentários que são proibidos aqui, mas para minha surpresa tem sim, achei simples mas pelo menos há alguma comemoração seguida de shows. Geralmente as pessoas vão para as ruas, pubs, tem muitas festas pela cidade e a Catedral dá um espetáculo de música com os sinos da Igreja. Bom seria se Governo investisse em uma queima de fogos no Rio Liffey como muitos brasileiros gostariam de ver, mas infelizmente ainda não é possível. 

Comentários

  1. Olá Luciana, vim devolver a visita ao meu blog "Vivendo na Europa" Obrigada! Gostei muito do conteúdo que você escreve, com certeza está sendo útil para muitos interessados em virem por essas terras geladinhas e chuvosas :)

    A propósito, já morei em Dublin por 2 anos e meio antes de vir para Bélgica, e confesso que o Reveillon aí já melhorou muito hehehe antes eram só os sinos da Igreja mesmo... Que sorte a sua! Para mim, como o povo Irlandês, não existe igual, adoro e sinto muita falta daí!

    Vou te adicionar à minha lista! Bjos

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