O Que "Meu Nome é Agneta" e Morar Fora Me Ensinaram Sobre Nunca Ser Tarde Demais para Se Reencontrar
Recentemente assisti ao filme Meu Nome é Agneta (disponível na Netflix, baseado no livro de Emma Hamberg). A história acompanha uma mulher que, aos 49 anos, se sente estagnada, invisível e presa a uma rotina automática. Em uma decisão impulsiva, ela decide deixar a Suécia para trás e aceitar um trabalho na França. O que ela encontra lá não é exatamente o que esperava, mas é justamente o imprevisível que a força a desperta de volta para a vida, pro riso e pra liberdade. Assistir a essa jornada me fez refletir profundamente sobre a minha própria caminhada pelo mundo. Mudar de país ou sair da zona de conforto não é sobre fugir de quem somos, mas sobre descobrir quem podemos ser quando nos permitimos tentar algo novo. 1. O Misto de Medo e Liberdade Assim como a personagem do filme sente aquele frio na barriga ao cruzar uma fronteira para o desconhecido, quem já morou fora conhece bem essa sensação. A primeira vez que saí do Brasil foi para fazer meu intercâmbio em Portugal — meu berço ance...
Nossa Lú,
ResponderExcluirli sua homenagem para seu pai e me emocionei, lindas palavras, profundas e com um sentimento tão sincero.
Nossa me fez refletir, eu não tenho meu pai presente, nunca tive sabe, e sinto falta, quem nao iria sentir?... mas Deus me deu uma mãe capaz de mudar o mundo por mim e pelos meus irmãos, então agradeço ele por isso sabe, e ela acabou sendo por muitos e muitos anos pai e mãe...o dia dos pais pra mim é o dia da minha mãe, que por sinal é todos os dias.
Adorei suas palavras, linda homenagem sem sombra de dúvida seu pai tem muito orgulho da filha que tem eu eu mais ainda da amiga que cultivei.
Te amo...
Saudades....
Adoro seu blog.
Beijaoooo