O Que "Meu Nome é Agneta" e Morar Fora Me Ensinaram Sobre Nunca Ser Tarde Demais para Se Reencontrar

Recentemente assisti ao filme Meu Nome é Agneta (disponível na Netflix, baseado no livro de Emma Hamberg). A história acompanha uma mulher que, aos 49 anos, se sente estagnada, invisível e presa a uma rotina automática. Em uma decisão impulsiva, ela decide deixar a Suécia para trás e aceitar um trabalho na França. O que ela encontra lá não é exatamente o que esperava, mas é justamente o imprevisível que a força a desperta de volta para a vida, pro riso e pra liberdade. Assistir a essa jornada me fez refletir profundamente sobre a minha própria caminhada pelo mundo. Mudar de país ou sair da zona de conforto não é sobre fugir de quem somos, mas sobre descobrir quem podemos ser quando nos permitimos tentar algo novo. 1. O Misto de Medo e Liberdade Assim como a personagem do filme sente aquele frio na barriga ao cruzar uma fronteira para o desconhecido, quem já morou fora conhece bem essa sensação. A primeira vez que saí do Brasil foi para fazer meu intercâmbio em Portugal — meu berço ance...

O Diário de uma Au Pair - Parte 7

A Páscoa por aqui tem um gostinho bem diferente do Brasil! Em vez daqueles ovos gigantes pendurados no supermercado, a tradição irlandesa é fazer a famosa Easter egg hunt no jardim. Acompanhei tudo de perto: os pais esconderam vários chocolates pelos cantos do gramado e ficaram acompanhando animados enquanto as crianças procuravam por tudo. A reação delas a cada docinho encontrado era impagável! Elas ficaram radiantes e super felizes com a quantidade de chocolates que o coelhinho deixou.

Outro dia, do nada e sem ser St. Patrick’s Day, elas cismaram que queriam a bandeira da Irlanda pintada no rosto. Claro que não resisti! Peguei as tintas e fiz a maquiagem verde, branca e laranja nas bochechas delas. O resultado? Duas minipatriotas correndo radiantes pela casa... e adivinhem só? Pingo de tinta no chão, brinquedo espalhado pela sala inteira e eu correndo atrás para garantir que o sofá saísse ileso antes dos pais chegarem!

Olhem só a foto da bagunça que sobrou para eu arrumar depois! Haha... pois é, pessoal, entre risadas, maquiagem e faxina-relâmpago, esta é a minha real vida de au pair!!

Como disse Victor Hugo: "Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança."

E é bem isso mesmo... "Imaginando oceano, as crianças brincam na poça d'água." (Carlos Novais).










 


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