Notícias da Irlanda desde 2010 - "Viajar não é mais sobre deixar um lugar para trás, mas sobre encontrar, em cada destino, uma nova parte de quem eu sou."
Recentemente assisti ao filme Meu Nome é Agneta (disponível na Netflix, baseado no livro de Emma Hamberg). A história acompanha uma mulher que, aos 49 anos, se sente estagnada, invisível e presa a uma rotina automática. Em uma decisão impulsiva, ela decide deixar a Suécia para trás e aceitar um trabalho na França. O que ela encontra lá não é exatamente o que esperava, mas é justamente o imprevisível que a força a desperta de volta para a vida, pro riso e pra liberdade. Assistir a essa jornada me fez refletir profundamente sobre a minha própria caminhada pelo mundo. Mudar de país ou sair da zona de conforto não é sobre fugir de quem somos, mas sobre descobrir quem podemos ser quando nos permitimos tentar algo novo. 1. O Misto de Medo e Liberdade Assim como a personagem do filme sente aquele frio na barriga ao cruzar uma fronteira para o desconhecido, quem já morou fora conhece bem essa sensação. A primeira vez que saí do Brasil foi para fazer meu intercâmbio em Portugal — meu berço ance...
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Diário de uma Au Pair — Parte 6: O que acontecendo por aqui...
Oi gente! Preciso contar a última que me aconteceu aqui na Irlanda, porque se eu não escrever agora, acho que não vou aguentar guardar essa saia justa só para mim!!
Vocês sabem que eu estou sempre tentando aprender palavras novas em inglês por aqui. Qualquer objeto ou expressão que eu vejo e não sei o nome, saio perguntando para a família. Outro dia, conversando com a pequena Bronagh, me deu a curiosidade e perguntei como se dizia "vagina" em inglês. Ela me respondeu na maior naturalidade do mundo, mas, como toda criança curiosa, quis saber logo em seguida: "E como é em português?".
Acontece que, em vez de falar um nome mais formal, acabei soltando sem pensar a palavra "xereca".
Gente, para quê?! A garota achou aquele nome o máximo! Para ela, com aquela sonoridade brasileira cheia de sílabas estaladas, soou como o trava-língua mais divertido do planeta. Ela começou a rir alto e ficou correndo pela casa inteira gritando a palavra sem parar. Como os pais não estavam em casa no momento, deixei ela se divertir e nem dei muita importância.
O meu pesadelo começou depois. Toda vez que a Bronagh lembrava dessa história, fazia um escândalo rindo e gritando a tal palavra bem alto. Eu passei os últimos dias em pavor absoluto de ela soltar isso na frente dos pais. E claro, o inevitável aconteceu...
Primeiro, um belo dia ela estava se arrumando para a escola, lembrou da palavra e começou a gritar no corredor. Eu entrei em desespero! Ficava pedindo para ela falar baixo, explicando que era uma palavra feia e que ela não podia ficar dizendo aquilo por aí. O pai ouviu no corredor e eu fiquei vermelha igual a um pimentão, mas ela deu uma trégua e parou.
Só que a verdadeira bomba relógio estava guardada para dois dias depois. Estavam todos reunidos na mesa de jantar, um clima super familiar e tranquilo, quando a Bronagh me solta essa em alto e bom som:
— Pai, você sabe o que é xereca? A Luciana me ensinou!!
Gente, eu juro que não sabia onde enfiar a minha cara! Senti meu rosto queimar de tanta vergonha, não sabia se olhava para o prato ou se pedia desculpas. Quando o pai percebeu do que se tratava, repreendeu a filha na hora e ela parou. Eu, toda sem graça, pedi mil desculpas pelo ocorrido e expliquei que ela tinha me perguntado a tradução de uma palavra e eu só respondi, mas que ela tinha gostado do som e cismado com aquilo.
Por sorte, os pais foram super compreensivos e não brigaram comigo por causa disso. Eu tentei ensinar a garotinha a contar de 1 a 10 e várias outras palavrinhas úteis em português — que ela esqueceu no dia seguinte —, mas o tal palavrão ficou gravado com precisão na memória dela. Coisas de criança... nos pregam cada peça!
Mas, apesar desses micos épicos, tenho aprendido demais convivendo com ela aqui na Irlanda. Já me tornei uma verdadeira "tia coruja", ando até com a fotinha dela na carteira e confesso que nem gosto de pensar no quanto vai ser doloroso me separar quando o meu tempo por aqui acabar... mas a vida segue, né?
Como diz a frase do Arnaldo Antunes que adoro: "Crianças gostam de fazer perguntas sobre tudo. Mas nem todas as respostas cabem num adulto."
Ser au pair é exatamente isso!! Um beijo e até o próximo post!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk socorrooooooooooooo hehehehehehehehe muito bom!!!kkk... Tu teve coragem p postar isso...rsrs...cara, fico imaginando ela correndo pela casa fsalando isso!!hehehehe...comediaaaaa...!!!!! Real...o que "nao presta" aprendemos rapidinho né??independente do lugar no mundo..rsrsrs... Humanos, tão humanos!!!!rsrs... Muito engraçado, Lú!!! Bjos...
Muito engraçado, eu cheguei no meu trabalho hoje de manhã e fui ver o que você anda aprontando por aí... Pensa como eu ri com seu post e minha chefe o que foi Gleison???
e eu.. nada nada coisas de criança rsrsrrs Otimo dia pra você Lú.
Muito engraçado, estava lendo aqui na sala de casa e contei para minha sogra e meu maridos, todos morreram de rir kkkkkk, existem experiências que são para uma vida todaaaa, kkkkkk .
📌 Nota: Este é um post histórico de 2017 mantido para registro. Confira a versão atualizada e completa com relatos na prática aqui . Sabemos que uma grande parte da população brasileira descende de europeus, e logo, pode ser que tenham direito a uma cidadania europeia. Mas além de um resgate a raízes, ter uma cidadania europeia tem muitas outras vantagens. Para facilitar a sua jornada e deixar tudo bem explicado, sintetizei a seguir os pontos principais e as dúvidas mais frequentes sobre o tema. A dupla cidadania facilita nos processos de vistos para países fora da União Europeia como: Japão, Estados Unidos e Canadá. Na imigração para estas regiões existem basicamente três acessos: europeus, pessoas do próprio país e outros. Para os EUA, por exemplo, é exigido apenas o preenchimento de um formulário conhecido como ESTA – Electronic System for Travel Authorization. Quando o assunto é mercado de trabalho, a dupla cidadania pode ser um diferencial no currículo, pois a pessoa transmite c...
"Viajar! Perder países! Ser outro a cada dia." (Fernando Pessoa) Visualizar o mapa europeu é o primeiro passo para quem está planejando um intercâmbio, uma viagem de férias ou apenas quer entender melhor a geografia do continente. À primeira vista, a Europa parece compacta — e realmente é, em comparação com as dimensões continentais do Brasil —, mas a sua divisão política e geopolítica exige atenção na hora de montar qualquer roteiro. Apresento os mapas de referência e os pontos essenciais que todo viajante precisa compreender antes de embarcar: 🗺️ 1. União Europeia x Espaço Schengen: Qual é a Diferença? Uma das dúvidas mais comuns de quem olha o mapa da Europa é achar que todos os países seguem as mesmas regras de fronteira. Na prática, existem duas divisões principais: União Europeia (UE): Bloco econômico e político composto por 27 países membros. Espaço Schengen: Zona de livre circulação composta por mais de 20 países europeus, onde não há controle de fronteira terrest...
Olá, leitores! Se há um símbolo que traduz a alma da Irlanda em qualquer canto do planeta, é o famoso shamrock — o trevo de três folhas. Sendo este um dos posts mais lidos aqui do blog, decidi trazer uma atualização especial, unindo a história tradicional ao lado místico e espiritual que faz este país ser tão fascinante. Afinal, quem me conhece sabe que minha conexão com a Irlanda vai muito além das paisagens: sempre fui atraída pelo mistério e pelas energias que emanam desta terra! A Origem Mitológica e o Olhar dos Druidas Muito antes da chegada do cristianismo, os antigos druidas e sacerdotes celtas já olhavam para o trevo com profunda reverência. Para a cosmologia celta, o número três era considerado altamente sagrado e pleno de poder espiritual. Ele representava os ciclos da existência: Passado, Presente e Futuro; Terra, Mar e Céu; Corpo, Mente e Espírito. Os celtas acreditavam que a planta jovem de três folhas (cujo nome vem do gaélico seamróg) tinha o poder místico de prever o te...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
ResponderExcluirkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
socorrooooooooooooo
hehehehehehehehe
muito bom!!!kkk...
Tu teve coragem p postar isso...rsrs...cara, fico imaginando ela correndo pela casa fsalando isso!!hehehehe...comediaaaaa...!!!!!
Real...o que "nao presta" aprendemos rapidinho né??independente do lugar no mundo..rsrsrs...
Humanos, tão humanos!!!!rsrs...
Muito engraçado, Lú!!!
Bjos...
Hahahaha.....
ResponderExcluirMuito engraçado, eu cheguei no meu trabalho hoje de manhã e fui ver o que você anda aprontando por aí... Pensa como eu ri com seu post e minha chefe o que foi Gleison???
e eu.. nada nada coisas de criança rsrsrrs
Otimo dia pra você Lú.
Abraço,
Gleison.
Muito engraçado, estava lendo aqui na sala de casa e contei para minha sogra e meu maridos, todos morreram de rir kkkkkk, existem experiências que são para uma vida todaaaa, kkkkkk .
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