O Que "Meu Nome é Agneta" e Morar Fora Me Ensinaram Sobre Nunca Ser Tarde Demais para Se Reencontrar

Recentemente assisti ao filme Meu Nome é Agneta (disponível na Netflix, baseado no livro de Emma Hamberg). A história acompanha uma mulher que, aos 49 anos, se sente estagnada, invisível e presa a uma rotina automática. Em uma decisão impulsiva, ela decide deixar a Suécia para trás e aceitar um trabalho na França. O que ela encontra lá não é exatamente o que esperava, mas é justamente o imprevisível que a força a desperta de volta para a vida, pro riso e pra liberdade. Assistir a essa jornada me fez refletir profundamente sobre a minha própria caminhada pelo mundo. Mudar de país ou sair da zona de conforto não é sobre fugir de quem somos, mas sobre descobrir quem podemos ser quando nos permitimos tentar algo novo. 1. O Misto de Medo e Liberdade Assim como a personagem do filme sente aquele frio na barriga ao cruzar uma fronteira para o desconhecido, quem já morou fora conhece bem essa sensação. A primeira vez que saí do Brasil foi para fazer meu intercâmbio em Portugal — meu berço ance...

Carteira de Alberguista


"A carteira de alberguista também pode ser bastante útil para você que está planejando sua viagem. Tire a sua e usufrua da rede internacional de albergues espalhados pelo mundo.
Para ficar em um dos 4 mil albergues em 60 países você precisa fazer a carteira de sócio do Albergue da Juventude, que pode ser solicitada na Federação Brasileira dos Albergues da Juventude (http://www.hostel.org.br/) ou nos hostels filiados. Eu solicitei a minha pelo site, fiz o depósito de R$ 40,00 e em 5 dias úteis a carteirinha chegou na minha casa. Faça já a sua!"

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