Revisitando os arquivos do blog, reencontrei um relato super especial enviado por um leitor lá em 2011. Ele estava no meio dos preparativos para embarcar e compartilhou exatamente o que passava pela sua cabeça naquela época.
Ao reler o texto dele hoje, me conectei de primeira com as reflexões sobre liberdade e o desejo incontrolável de ver o mundo. Eu me identifico demais com a clássica descrição de Sagitário que ele citou: aquela pessoa livre, curiosa, fascinada por viagens e por tudo que amplia o conhecimento.
A trajetória dele retrata com perfeição o ponto de virada na vida de todo mundo que decide morar fora.
Da Faculdade ao Sonho de Morar Fora
A história dele começou a desenhar esse rumo ainda na juventude:
O Desejo Antigo: A vontade de morar fora já existia desde que ele terminou o ensino médio em 2007, ano em que decidiu entrar no curso de inglês.
A Virada na Faculdade: Em 2008, ao passar no vestibular de Relações Públicas, percebeu na prática como o inglês seria divisor de águas para o seu futuro profissional.
A Inspiração: A ideia ganhou força total em 2010, quando viu sua melhor amiga mudar para os Estados Unidos. Ali ele teve a certeza: era essa a experiência que queria para a vida dele.
A Escolha da Irlanda e os Preparativos
Em 2011, perto de concluir a faculdade, ele começou a pesquisar destinos. A princípio, a ideia era ir para o Canadá, mas ao descobrir como o processo para a Irlanda era mais simples e acessível, mudou os planos sem pensar duas vezes.
Ele contou sobre como foi importante encontrar a agência certa em São Paulo (a Global Job), que teve a paciência de tirar não só as dúvidas dele, mas também as dos pais dele — algo fundamental nessa etapa. Ele acabou escolhendo a International Education Academy, na Lower Dominick Street (Dublin 1), por ser bem localizada no centro, ter ótimos professores e um custo justo para o bolso de estudante.
A história dele terminava com a contagem regressiva: finalizando a faculdade e com o embarque marcado para outubro daquele ano, cheio de expectativas para começar a aventura em Dublin.
A Coragem do Primeiro Passo
Resgatar a história dele me fez lembrar que, não importa o ano, a faísca do intercâmbio é sempre a mesma. É a recusa em ficar estagnado no mesmo lugar, a busca por evolução e a coragem de arrumar as malas em direção ao desconhecido.
Você também sente que o seu espírito não combina com a rotina de ficar no mesmo lugar?
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