A Capela Neogótica de Kylemore: Arquitetura, Mármores e Detalhes Escondidos

A capela neogótica erguida por Mitchell Henry não é apenas um monumento ao luto, mas uma obra-prima de detalhes vitorianos. Quando visitamos a propriedade de Kylemore Abbey, em Connemara, a atenção inicial costuma ir para o imponente castelo à beira do lago. No entanto, seguindo uma caminhada arborizada à direita da propriedade, esconde-se uma joia da arquitetura vitoriana: a Capela Neogótica (Gothic Church). Erguida entre 1877 e 1881 como uma réplica em miniatura da icônica Catedral de Bristol, esta igreja possui detalhes fascinantes e raros que passam despercebidos pela maioria dos visitantes. 📌 Quer entender a razão emocionante pela qual esta capela foi erguida? Leia a história completa do amor e da tragédia que deram origem a Kylemore clicando aqui . Os Quatro Mármores Sagrados da Irlanda O elemento mais impressionante no interior da capela é o uso de colunas esculpidas em quatro variedades legítimas de mármore irlandês, cada uma representando uma província ou região do país: Márm...

Sentimentos no Brasil!!

Como eu escrevi na semana passada, eu vim ao Brasil, viajei na quarta-feira e cheguei na quinta-feira, foi uma viagem cansativa e chata, mas correu tudo bem. Durante a viagem pensei nas mudanças e experiências que vivenciei ao longo destes 10 meses, já não sou a mesma. Fiquei observando o percurso pelo mapa do avião, quando o avião entrou no Brasil, deu uma sensação boa de estar em casa, no meu território e ao ver o Rio de Janeiro do alto, uma certa emoção se apossou de mim e lágrimas rolaram pela minha face. Ao chegar no aeroporto as malas demoraram 1h:30min. e eu louca para sair lá de dentro, graças à Deus a mala estava intacta, ao sair encontrei com meus pais e minha amiga Karla, que estava com plaquinha e tudo me aguardando, ela é uma fofa mesmo. Fui correndo lá fora para sentir o clima, fiquei feliz por não sentir o mesmo frio que antes, depois do inverno rigoroso que eu vivenciei na Europa.


Estava muito cansada, meu pai fez o caminho normal de volta para casa, mas eu parecia flutuar, com dificuldades de raciocínio, a ficha ia caindo aos poucos, tudo parecia estranho, tentei descansar mas não consegui, recebi a visita de uma tia muito querida, o fuso horário estava confuso, não dormi bem nas duas primeiras noites, estava acordando super cedo, mas quanto a isso já me adaptei. Na sexta encontrei com os amigos num bar que eu gosto muito na Lapa, foi muito bom. Já matei alguns desejos, entre eles, canjica, pão francês quentinho, pastel, guaraná Antárctica, cachorro-quente, Koni, feijão, churrasco e etc...
Sem palavras para descrever a imensa alegria que eu senti ao ver o mar novamente, poder correr na praia, sentir a água bater, contemplar as belezas da minha cidade, eu parecia uma criança vendo o mar pela primeira vez, como eu sentia falta disso, sem falar no clima perfeito que temos, em pleno inverno poder ir à praia, que maravilha!!
No sábado senti uma tristeza indescritível, uma sensação de vazio que parecia que meu  coração ia parar, mas daqui a pouco o formigamento por viagem começará de novo.
Na primeira semana é ótimo reencontrar a família e amigos, que eu estava morrendo de saudades, mas já está dando vontade de voltar correndo para Irlanda, é como se um pedacinho de mim estivesse lá, meus novos amigos, lugares que eu frequentava, viagens... Trouxe as malas cheias de novas experiências, mas na verdade, não coube na mala tudo o que aprendi, como disse minha amiga Flávia Altos.
Viver em um país onde tudo funciona, que tem segurança, é muito difícil voltar para a realidade brasileira, eu li que tem brasileiros que se sentem como estrangeiros no próprio país. Não estou aguentando ver o noticiário, só tragédia.

A dúvida é: Voltar ou não voltar para Irlanda???

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