A Capela Neogótica de Kylemore: Arquitetura, Mármores e Detalhes Escondidos

A capela neogótica erguida por Mitchell Henry não é apenas um monumento ao luto, mas uma obra-prima de detalhes vitorianos. Quando visitamos a propriedade de Kylemore Abbey, em Connemara, a atenção inicial costuma ir para o imponente castelo à beira do lago. No entanto, seguindo uma caminhada arborizada à direita da propriedade, esconde-se uma joia da arquitetura vitoriana: a Capela Neogótica (Gothic Church). Erguida entre 1877 e 1881 como uma réplica em miniatura da icônica Catedral de Bristol, esta igreja possui detalhes fascinantes e raros que passam despercebidos pela maioria dos visitantes. 📌 Quer entender a razão emocionante pela qual esta capela foi erguida? Leia a história completa do amor e da tragédia que deram origem a Kylemore clicando aqui . Os Quatro Mármores Sagrados da Irlanda O elemento mais impressionante no interior da capela é o uso de colunas esculpidas em quatro variedades legítimas de mármore irlandês, cada uma representando uma província ou região do país: Márm...

Viajar é preciso!!

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”. Amir Klink
 
“A verdadeira arte de viajar…
A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali…
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!”  Mario Quintana

“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.” Fernando Pessoa

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